Um pesquisador fez um levantamento a nível nacional para saber as coisas que o homem brasileiro mais gostava. Em todos os cantos do pais a resposta era uma só:
- Dinheiro e mulher!
Em todos os estados da federação, os homens respondiam de pronto: “dinheiro e mulher”.
Quase ao final da pesquisa, ele encontrou um mineirinho do interior
sentado de cócoras a beira da estrada pitando um cigarro de palha.
- Bom dia.
O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e respondeu: “dia, só.”
- Estou fazendo uma pesquisa para saber as coisas que o homem brasileiro mais gosta. O senhor pode me responder?
O mineirinho deu mais uma tragada e mais uma cuspida:
- Uai, só. As coisa que o homi mais gosta é “dinheiro, muié e bicho de pé”.
O pesquisador, estranhando a inclusão do item “bicho de pé” na resposta, perguntou:
- Olha, todo mundo falou dinheiro e mulher. Mas e bicho de pé?
Mais uma tragada e mais uma cuspidinha, o mineirinho retrucou:
- Uai, só. Que que a dianta nois ter dinheiro e mulher se o “bicho” não tiver de pé?
Filosofia Do Gato
Nesse nosso pais tudo que vem em prol da massa sofre preconceito tanto do lado pobre quanto do lado da elite..Infelizmente vivendo em um pais que ser padeiro virou sinônimo de queimar rosca e Silvio Santos vende sonhos sem ter nunca possuído uma padaria
Paulo Cesar Januaria - in Gato Vadio
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
A braguilha do baiano
Dois baianos conversam no bar:
- Meu rei, dá pra você me dizer se o meu zíper tá aberto?
- Oxente, mas por quê? Você vai querer que eu abra, é?
- Fala logo, rapaz… Tá aberto ou não tá?
- Não… Tá aberto não…
- Ah, então eu vou deixar pra mijar amanhã…
- Meu rei, dá pra você me dizer se o meu zíper tá aberto?
- Oxente, mas por quê? Você vai querer que eu abra, é?
- Fala logo, rapaz… Tá aberto ou não tá?
- Não… Tá aberto não…
- Ah, então eu vou deixar pra mijar amanhã…
A bichinha e o policial
Um policial pegou a bichinha mijando na rua e deu uma surra nela com o cassetete.Depois ele disse:
—É melhor você sumir daqui e não fazer mais isso, se não vou enfiar esse cassetete na sua bunda.
A bicha diz:
— Aaahh.. bate e depois vem agradando né?
—É melhor você sumir daqui e não fazer mais isso, se não vou enfiar esse cassetete na sua bunda.
A bicha diz:
— Aaahh.. bate e depois vem agradando né?
Fácil de Falar Cara
O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
- Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!
- Pois não, com quê, cavalheiro?
- Farofa, feijão e fritas.
- Deseja beber alguma coisa?
- Fanta.
- Um pãozinho para esperar a refeição?
- Faça fatiado.
O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
- Vai querer sobremesa?
- Frutas frescas.
- Tem alguma preferência?
- Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
- O senhor deseja um café?
- Forte e fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
- E então, como estava o cafezinho?
- Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
- Qual é sua graça?
- Fernando Fagundes Faria Filho.
- De onde o senhor vem?
- Fortaleza.
- O senhor trabalha?
- Fui ferreiro.
- Deixou o serviço?
- Fui forçado.
- Por que?
- Faltou ferro.
- E o que o senhor fazia?
- Ferrolho, ferradura, faca… ferragem.
- O senhor torce por algum time?
- Fui Fluminense.
- E deixou de ser por que?
- Fez feio.
- Qual é o seu time agora?
- Flamengo.
- O senhor é casado?
- Fui.
- E sua esposa?
- Faleceu.
- De que?
- Frio e fome.
O garçom perde a calma e diz:
- Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
- Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
- Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!
- Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!
- Pois não, com quê, cavalheiro?
- Farofa, feijão e fritas.
- Deseja beber alguma coisa?
- Fanta.
- Um pãozinho para esperar a refeição?
- Faça fatiado.
O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
- Vai querer sobremesa?
- Frutas frescas.
- Tem alguma preferência?
- Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
- O senhor deseja um café?
- Forte e fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
- E então, como estava o cafezinho?
- Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
- Qual é sua graça?
- Fernando Fagundes Faria Filho.
- De onde o senhor vem?
- Fortaleza.
- O senhor trabalha?
- Fui ferreiro.
- Deixou o serviço?
- Fui forçado.
- Por que?
- Faltou ferro.
- E o que o senhor fazia?
- Ferrolho, ferradura, faca… ferragem.
- O senhor torce por algum time?
- Fui Fluminense.
- E deixou de ser por que?
- Fez feio.
- Qual é o seu time agora?
- Flamengo.
- O senhor é casado?
- Fui.
- E sua esposa?
- Faleceu.
- De que?
- Frio e fome.
O garçom perde a calma e diz:
- Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
- Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
- Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!
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